Em muitas empresas, os brindes internos vão-se acumulando: canecas que ficam esquecidas no fundo de um armário, canetas que não escrevem, sacos de pano demasiado frágeis para serem usados. No entanto, se forem bem escolhidos, os brindes promocionais para os teus colaboradores podem realmente melhorar o dia-a-dia, reforçar o sentimento de pertença e transmitir os teus valores. O desafio é passar do «presente giro, mas inútil» para o objeto que se guarda, que se usa e que traz boas recordações da empresa.
Com o passar do tempo, este ciclo de ajuste permite criar uma seleção de artigos promocionais que correspondem mesmo à tua cultura e aos hábitos das tuas equipas. Ao dedicares algum tempo a definir as tuas necessidades e ao escolheres cuidadosamente os teus artigos promocionais para os teus colaboradores, consegues encontrar o equilíbrio certo entre utilidade, qualidade, imagem de marca e orçamento. O objetivo final continua a ser o mesmo: artigos que fazem parte do dia-a-dia dos colaboradores, em vez de presentes que ficam a ganhar pó.
Resumo e conteúdo da página
4 perguntas que deves fazer antes de escolher
Antes de escolheres um objeto, fazer algumas perguntas simples ajuda a filtrar muitas ideias apelativas, mas pouco relevantes. A primeira diz respeito ao contexto: em que momento vai ser usado? No escritório, a trabalhar de casa, em viagem, em eventos internos? Um acessório de escritório não vai responder às mesmas necessidades que um objeto pensado para a mobilidade ou para o trabalho a partir de casa. Esclarecer a utilização principal ajuda a orientar a escolha desde o início.
A segunda questão é: que problema concreto ajuda a resolver? Organização do local de trabalho, conforto, hidratação, gestão dos cabos e do equipamento, transporte do material… Um bom objeto interno resolve um pequeno problema real com que as equipas se deparam. Em terceiro lugar, é preciso pensar na durabilidade: vai durar mais de um ano? A qualidade dos materiais, a resistência e a possibilidade de recarregar ou substituir uma peça (por exemplo, num acessório tecnológico) são fatores determinantes. Por fim, verifica se está de acordo com os teus valores (RSE, inovação, simplicidade, enraizamento local) para evitar discrepâncias entre o que se diz e a realidade.
5 tipos de objetos que funcionam mesmo aqui na empresa
Primeira categoria: os artigos de escritório. Um bloco de notas e uma caneta de boa qualidade, um tapete de rato confortável, um porta-lápis prático ou ajustável continuam a ser apostas seguras. Integram-se naturalmente no local de trabalho, são visíveis tanto em reuniões presenciais como em videoconferências e aproximam a marca dos momentos de colaboração. O importante é dar prioridade à qualidade da escrita, ao conforto de utilização e a um design sóbrio, em vez de encher tudo de logótipos.
Segunda categoria: conforto e bem-estar. Uma garrafa ou caneca reutilizável, uma plantinha, um apoio para os pés ou uma almofada para a cadeira podem contribuir para a qualidade de vida no trabalho. Estes objetos passam uma mensagem clara: a empresa preocupa-se com o conforto no dia a dia, não só com os resultados. São especialmente relevantes em iniciativas de Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) ou Responsabilidade Social das Empresas (RSE), quando fazem parte de uma política mais ampla (espaços de descanso, ergonomia, redução do uso de descartáveis).
Terceira categoria: os acessórios tecnológicos úteis. Um cabo multiportas compatível com o equipamento fornecido, um suporte para smartphone para manter o ecrã à altura certa, um tapete de rato com zona de carregamento ou um pequeno hub USB podem resolver pequenos incómodos recorrentes, especialmente no modo híbrido. São objetos que se integram discretamente no fluxo de trabalho, que lembram a marca sem serem intrusivos. Mais uma vez, a fiabilidade e a compatibilidade prevalecem sobre o efeito «gadget».
Quarta categoria:organização e mobilidade. Um saco de compras resistente, um estojo, uma capa para computador ou uma mala leve facilitam o transporte de documentos, equipamentos ou objetos pessoais. Com o desenvolvimento do «flex office» e do teletrabalho, este tipo de artigo ganha importância: acompanha as idas e vindas entre o escritório, a casa e outros locais. Uma sacola reforçada ou uma capa bem concebida vão ser muito mais utilizadas do que uma mala frágil escolhida apenas pelo preço.
Quinta categoria: os objetos de reconhecimento e eventos. Para desafios internos, prémios ou momentos marcantes (aniversário da empresa, marco de um projeto), faz sentido oferecer um objeto um pouco mais sofisticado: peça de vestuário de qualidade, acessório de design, edição limitada. A ideia é marcar um momento, não distribuir estes objetos em massa. Neste caso, a quantidade é limitada, mas o valor simbólico é forte, sobretudo se o objeto for entregue num contexto de reconhecimento explícito.
3 erros a evitar
O primeiro erro é basear a escolha apenas no preço. Um objeto muito barato, mas pouco resistente, vai acabar por ser deitado fora ou esquecido rapidamente, o que equivale a gastar sem qualquer impacto. É melhor ter um orçamento um pouco maior para um objeto que seja realmente usado, o que vai passar uma imagem de seriedade e cuidado. O segundo erro é copiar os brindes para clientes sem te perguntares se as necessidades internas são as mesmas: um objeto que faz sentido numa feira não é necessariamente útil no dia-a-dia para as equipas.
Terceiro erro frequente: esquecer-se de pedir a opinião dos colaboradores. Uma sondagem rápida, uma pergunta numa newsletter interna ou um teste com um pequeno grupo permitem verificar o interesse real por um determinado produto antes de encomendar em grande quantidade. Isso também passa uma mensagem positiva de co-construção: as equipas percebem que a sua opinião é tida em conta nas decisões que as afetam diretamente.
E depois? Verificar se o objeto era mesmo útil
Depois de distribuídos os objetos, vale a pena verificar se estão a cumprir a sua função. Um primeiro indicador simples é observar: ainda se vêem esses objetos nas secretárias, nas reuniões ou nas videoconferências três ou seis meses depois? Se desapareceram do panorama, é provável que não fossem assim tão úteis. Uma segunda forma de avaliar é fazer algumas perguntas quando fizeres uma encomenda futura: quais são os objetos mais usados, quais foram pouco ou nada adotados, e o que gostarias de ter em vez deles?






























